ANEXO B - MEMORIAL DESCRITIVO
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SERVIÇOS COMPLEMENTARES
SERVIÇO: Construção e instalações Laboratório de Estudos em Biodegradação de Plásticos (BioPlast)
Local do serviço: Campus Centro da UFCSPA – Rua Sarmento Leite, 245, Centro Histórico, CEP 90050-170 – Porto Alegre - RS.
O presente caderno apresentará especificações e informações necessárias para o desenvolvimento dos serviços de reforma dos laboratórios localizados nas salas indicadas a seguir, como documento complementar ao conjunto de plantas e orçamento estimativo.
O objeto da presente dispensa de licitação visa a contratação de empresa de Engenharia, com fornecimento de mão de obra e materiais para a construção das instalações referentes ao Laboratório de Estudos em Biodegradação de Plásticos (BioPlast)
O presente caderno apresenta as especificações de serviços preliminares e complementares das áreas localizadas no pavimento térreo, do Prédio 3, quais sejam:
- Sala 100 A, atualmente vazia (Área inicial aproximada: 8,46 m²);
- Sala 100 B, atualmente vazia (Área inicial aproximada: 9,67 m²);
- Sala 104 B, laboratório de larvas (Área de 12,23 m²).
Após a execução dos serviços, as salas serão denominadas da seguinte forma:
- Sala 100 A, Laboratório 1 (Área final: 14,04 m²);
- Sala 100 B, Laboratório 2 (Área final: 6,39 m²);
- Sala 104 B, Laboratório de Larvas (Área de 12,23 m²).
A localização exata das áreas a sofrerem intervenção está indicada nas pranchas de projeto.
Todas as áreas de intervenção estão localizadas no térreo do Prédio 3, Campus Centro da UFCSPA.
Para execução dos serviços deverão ser obedecidas as especificações contidas neste documento, nos demais memoriais descritivos, nos projetos, planilha orçamentária e normas da ABNT.
As obras deverão ser executadas de maneira contínua, dentro da boa técnica, de modo que não interfiram no funcionamento da Universidade. Deverá ser tomada toda e qualquer medida no sentido de evitar danos às pessoas que transitem no local e ao patrimônio da Instituição, sendo de responsabilidade da CONTRATADA a correção dos danos que porventura praticar.
A empresa contratada deverá analisar os projetos previamente ao início das atividades e comunicar à Fiscalização sobre qualquer necessidade de alteração. Toda e qualquer modificação necessária, deverá ser aprovada junto à Coordenação de Engenharia, antes do início da execução.
Quaisquer indefinições existentes no projeto ou dúvidas deverão ser esclarecidas somente com a Coordenação de Engenharia, por escrito. A Coordenação deverá se pronunciar e/ou dirimir as dúvidas em no máximo 5 dias após a solicitação pela empresa.
A empresa deverá fornecer todos os materiais, mão de obra, equipamentos de segurança, máquinas e demais equipamentos necessários à execução dos serviços.
Todas as medidas deverão ser conferidas no local.
Os materiais e marcas especificados são referenciais. Em caso de utilização de materiais similares, estes deverão ser submetidos ao Fiscal Técnico do contrato, por escrito, e este aceitará ou não o material apresentado.
Anteriormente ao início dos trabalhos, a CONTRATADA deverá reunir-se com a Fiscalização da UFCSPA para acordar o início da execução e definir um plano de obras coerente com as características e especificidades dos serviços. Ademais, a CONTRATADA deverá fornecer, quando da autorização para execução, ARTs/RRTs relativos à execução dos trabalhos, sendo esta pré-requisito para liberação da primeira medição e ateste da nota fiscal.
Durante a execução dos serviços, a CONTRATADA deverá manter na local de trabalho encarregado geral de obras, em um período mínimo de 2 horas diárias, engenheiro civil ou arquiteto - responsável técnico -, pelo período mínimo de 2 horas semanais, a fim de esclarecer junto à Fiscalização todas as dúvidas referentes à execução do objeto.
Deverá ser mantido na obra o diário atualizado, contendo todos os eventos e ocorrências do período de trabalho, assim como os acordos efetuados junto à Fiscalização.
O preenchimento do diário ficará sob responsabilidade do mestre de obras, de encarregado ou responsável técnico, podendo ser usado meio digital para compartilhamento com a Fiscalização. O diário atualizado deverá ser apresentado toda sexta-feira para assinatura e conferência do Fiscal responsável. Poderá ser usado o modelo anexo a este documento.
A manutenção do diário atualizado é pré-requisito para ateste da medição e nota fiscal mensal.
Previamente ao início da execução, deverão ser verificados os acessos para veículos, necessidade de alocação de materiais e equipamentos, a fim de definir local para armazenamento junto à Fiscalização e a Prefeitura do Campus.
Será fornecido local para a CONTRATADA armazenar pequenos equipamentos, ferramentas, materiais e pertences dos funcionários.
A universidade fornecerá água e energia elétrica, sendo as extensões necessárias de responsabilidade da CONTRATADA.
Contratada deverá atender às especificações da área de Segurança do Trabalho, conforme documento anexo, respeitando os dispositivos das Normas Regulamentadoras NR-10 e NR-18 da Portaria nº 3214 do Ministério do Trabalho e demais normas pertinentes.
Deverão ser fornecidos todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) e coletiva (EPCs) adequados ao tipo de atividade desenvolvida, nas diferentes etapas da obra.
Todos os funcionários envolvidos nas obras deverão estar uniformizados e identificados por crachás, sendo a lista dos funcionários entregue na Prefeitura do Campus da Universidade. Qualquer alteração no quadro de funcionários deverá ser informada previamente à fiscalização e à prefeitura da universidade.
A CONTRATADA deverá manter técnico de segurança do trabalho, pelo período de 4 horas semanais, com disponibilidade de esclarecer junto à Fiscalização as especificações de segurança da obra.
É de responsabilidade da CONTRATADA efetuar o isolamento da área de trabalho, utilizando dispositivos necessários para manter o afastamento adequado dos transeuntes. Os locais deverão ser devidamente sinalizados, devendo as sinalizações permanecer até a conclusão dos serviços.
As sinalizações deverão ser efetuadas empregando cones e fitas zebradas, devendo ser permanentemente vistoriadas a manutenção da eficiência do isolamento. Caso seja necessário o emprego de outros materiais, estes deverão ser discutidos com a Fiscalização.
Eventuais interdições das dependências da Universidade deverão ser discutidas entre a Fiscalização da UFCSPA e a CONTRATADA, junto aos setores responsáveis pelos locais a interditar.
A CONTRATADA deverá efetuar a separação dos resíduos gerados, de acordo com a classificação pertinente, conforme a Resolução nº 307, de 5 de julho de 2002, que estabelece as diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil.
Todo o resíduo da obra deverá ser armazenado temporariamente em contêineres, devidamente identificados por tipo de resíduo, até o seu transporte para locais licenciados pelo órgão ambiental estadual. A forma como os resíduos serão classificados e o local onde ficarão acondicionados temporariamente deverá ser acordada junto à Fiscalização da UFCSPA previamente ao início da execução.
Sempre que for identificada a oportunidade de reaproveitamento na própria obra, a Fiscalização deverá ser comunicada, a fim de avaliar e autorizar sua destinação.
A área de trabalho deverá ser mantida limpa e organizada, não sendo permitida a presença de entulhos, pregos e outros materiais soltos na área de tráfego, de forma a observar a segurança dos trabalhadores e demais transeuntes dos locais de trabalho.
A limpeza e organização permanente correrá por conta da CONTRATADA, mantendo a obra limpa e livre de entulhos, detritos ou restos de material. Todos os dias, pelo menos 15 (quinze) minutos antes do encerramento do expediente da obra, deverá ser realizada uma limpeza geral de forma a deixar o local em perfeitas condições de funcionamento e preparado para o próximo dia. Os entulhos oriundos da limpeza efetuada deverão ser separados e armazenados em containers, de acordo com o disposto no item 4.6.
Na planilha orçamentária será previsto o pagamento de valores a este item, assim como para a limpeza final da obra.
A parede de gesso acartonado existente existente sobre a central de GLP e a central de gases especiais deverão ser inteiramente demolidas. Os resíduos provenientes desta demolição deverão ser descartados conforme disposto no Item 4.6.
Paredes a demolir ................................................................................ 6,97 m²
Os pilares, conforme mostrado em projeto, devem ter o revestimento em placas ACM removido, integralmente, As placas removidas devem ser entregues à FISCALIZAÇÃO, para armazenamento adequado.
Revestimento de pilar a demolir ............................................................. 9,63 m²
Serão executadas paredes de gesso acartonado, conforme indicado em projeto. As paredes deverão ter painéis de gesso nas duas faces, estrutura de perfis metálicos com guias simples e enchimento com lã de vidro em mantas (sistema completo). Largura total das paredes: 70mm.
Nos requadros das portas deverão ser utilizados perfis metálicos em guias duplas.
Dentro das paredes deve ser inserida lã de rocha ensacada, para melhor desempenho térmico e acústico.
Paredes de gesso acartonado, resistente a fogo, sem vãos a construir ......... 9,81 m²
Paredes de gesso acartonado, resistente a fogo, com vãos a construir ....... 26,02 m²
Lã de rocha ensacada, em parede, à instalar ........................................... 35,83 m²
Serão executados painéis de gesso acartonado resistente a fogo, conforme indicado em projeto. Os painéis terão uma face de gesso e estrutura de perfis metálicos.
Estes painéis serão instalados acima das paredes de gesso, para cobrir o vão existente e o alçapão existente na parede oeste da sala 100A. Serão executados, também, painéis de gesso acartonado resistente à fogo, nas.
Este painel terá a função de criar uma parede falsa, escondendo assim a tubulação descrita no item 4.2.2.2
Painéis resistente a fogo a executar ...................................................... 8,61 m²
Antes de iniciar as execuções das paredes, descritas no item 4.1, deve ser removido o revestimento cerâmico (ladrilho), vertical e horizontal, existente na plataforma existente na sala 100A.
Revestimento cerâmico demolir ........................................................... 0,83 m²
Conforme mostrado em projeto, a sapata onde o compressor será apoiado terá comprimento de 59 cm, largura de 15 e altura de 30 cm, sendo construída em concreto simples, FCK igual ou superior a 20 MPa.
Para a fixação desta estrutura, serão utilizados “ferros cabelos”, sendo 3 deles fixados no bloco existente e 2 fixados no piso. Estes ferros serão com 20 centímetros de vergalhão 6,3 mm, em aço CA 50 ou CA 60, fixados na estrutura existente com resina epóxi, anteriormente à construção do bloco.
Ferro cabelo a instalar ......................................................................... 5 unidades
Bloco de concreto simples, 59x15x30 cm ................................................ 0,03 m³
Formas de madeira, para bloco de concreto ............................................. 0,22 m²
A base de concreto, tanto no volume existente, quanto no volume novo, deve ser inteiramente impermeabilizada com argamassa polimérica. Esta impermeabilização deve seguir rigorosamente as recomendações do fabricante. Devem ser aplicadas, no mínimo, 3 demãos.
Impermeabilização com argamassa polimérica ..................................... 0,96 m²
Nas faces verticais da ampliação da plataforma, deverá ser aplicado chapisco de aderência, composto por argamassa de cimento e areia, traço 1:3, com espessura de 0,5 cm. Toda a superfície a ser chapiscada deverá ser previamente limpa, isenta de pó, graxas, óleos, eflorescências e outros materiais soltos, além de umedecidas com trincha.
Nas faces verticais da plataforma (existente e ampliação) deverá ser executada massa única, com argamassa industrializada, com espessura média de 1,0 cm. Admitir-se-á, para a massa única, argamassa de cimento, cal e areia média, utilizando traço de 1:2:8.
Só deverá ser executada a massa única após o final da pega da camada de chapisco.
Após o sarrafeamento, a camada de massa única deverá apresentar superfície regularizada, nivelada e com acabamento adequado para o recebimento de pintura acrílica.
Chapisco a ser aplicado ................................................................... 0,22 m2
Massa única a ser aplicada ............................................................... 0,44 m2
Nas faces superior da plataforma, deverá ser executada regularização de piso, com argamassa autonivelante de cimento e areia.
Regularização de piso ..................................................................... 6,76 m2
Serão removidos pisos e demolidos contrapisos para a execução das instalações de esgoto cloacal, conforme descrito no item 4.4.
No corredor, próximo a porta corta fogo, serão removidas aproximadamente 6 peças de piso em granito de dimensões 1,20x0,55 m. Sob estas peças os contrapiso deverá ser demolido, para posterior escavação.
Essas peças deverão ser removidas cuidadosamente, permitindo posterior reaproveitamento.
Piso em granito a remover, cuidadosamente ....................................... 3,96 m²
Contrapiso a demolir ....................................................................... 3,96 m²
No local onde será construída uma parede de gesso acartonado resistente a fogo, conforme descrito no item 4.1.2.3, os rodapés de granito existentes deverão ser removidos cuidadosamente, com a previsão de reaproveitamento.
Também será removida uma peça de rodapé, existente do lado Oeste da mureta, na Sala 100A.
Rodapés a remover, cuidadosamente ................................................... 5,25 m
Serão removidos pisos para a execução das instalações de esgoto cloacal, conforme descrito no item 4.4.
Na área externa, conforme a necessidade das instalações de esgoto cloacal, serão removidas, as peças de basalto 0,75x0,75 m, com largura de 2,5 cm, existentes
Essas peças deverão ser removidas cuidadosamente, permitindo posterior reaproveitamento. Caso ocorra quebra de peças, impossibilitando reaproveitamento, a UFCSPA tem em seus estoques algumas peças de reposição.
Piso em basalto a remover, cuidadosamente ....................................... 6,10 m²
Os pisos de granito e basalto removidos para a instalação de esgoto deverão ser recolocados. Além disso, serão instaladas novas peças de piso em basalto, com dimensões similares às existentes, em outras áreas.
Para tal, o contrapiso existente deverá ser reconstituído e nivelado, em todas as áreas que houve demolição ou rasgo para tubulações, antes da instalação dos pisos.
O contrapiso deve ser construído em argamassa de cimento e areia, com traço 1:3.
Anteriormente à construção do contrapiso, deve ser executado sobre o aterro apiloado lastro de pedra britada, número 1 e número 2, compactado, com espessura média de 5 cm.
Lastro de brita compactado ............................................................. 0,34 m³
Contrapiso a reconstituir ................................................................. 5,44 m²
4.3.2.2. Pisos em granito
Os pisos de granito removidos, conforme descrito no item 4.3.1.1, devem ser reinstalados no mesmo local, preferencialmente nas mesmas posições. Estas peças deverão ser instaladas sobre contrapiso nivelado, utilizando-se de argamassa colante tipo AC III.
A largura das juntas deverá ser similar a largura das juntas existentes no local e deve ser utilizado rejunte cimentício de cor similar, para o acabamento.
Será admitida quebra de, no máximo, uma peça de granito. Caso a quebra ocorra, deverá ser instalada uma peça nova, também nas dimensões 1,20x0,55 m, com espessura similar as peças existentes.
Piso em granito, 1,20x0,55 m, com peças reaproveitadas, a instalar ..... 3,30 m²
Piso em granito, 1,20x0,55 m, em peças novas, a instalar ................... 0,66 m²
Deverá ser instalado rodapé de granito nos corredores onde há paredes novas.
No corredor em frente às salas 100A, 100B, 100C e 100D deverão ser adquiridas novas peças de granito, com dimensões iguais às existentes. Os rodapés deverão ter altura de 10cm e largura de 3 cm.
No corredor de saída, onde será instalado painel de gesso resistente a fogo, os rodapés serão aproveitados e instalados novamente. Admite-se perda e substituição de 10% do material.
As peças devem ser assentadas sobre argamassa colante AC III.
A largura das juntas deverá ser similar a largura das juntas existentes no local e deve ser utilizado rejunte cimentício de cor similar, para o acabamento.
Rodapés em granito, altura de 10 cm, aproveitados a instalar ................ 4,37 m
Rodapés de granito, altura de 10 cm, em peças novas a instalar ........... 12,90 m
Os pisos de basalto removidos, conforme descrito no item 4.3.1.2, devem ser reinstalados no mesmo local, preferencialmente nas mesmas posições. Estas peças deverão ser instaladas sobre contrapiso nivelado, utilizando-se de argamassa colante tipo AC III.
Caso ocorra quebra de material, a UFCSPA dispõe de algumas peças de reposição; as peças quebradas devem ser entregues à fiscalização.
Sobre a rampa de acesso não há piso e a UFCSPA não dispõe de peças de reposição suficientes para toda a instalação. Portanto, o chumbamento das tubulações, previsto no item 4.4.1.2 e 4.4.2.3, deve ter bom acabamento.
A largura das juntas deverá ser similar a largura das juntas existentes no local e deve ser utilizado rejunte cimentício de cor similar, para o acabamento.
Piso em basalto, 0,70x0,75 m, com peças reaproveitadas, a instalar ..... 6,10 m²
No local onde será removida a parede de gesso acartonado existente, conforme descrito no item 4.1.1.1, o piso apresentará avarias. Estes pisos deverão ser restaurados com rejunte, em cor similar ao piso no entorno.
Não há previsão de remoção de tubulações.
Nos locais onde serão assentadas tubulações de esgoto, deverão ser executados rasgos (cortes) nos contrapisos, para assentamento das tubulações. Estes rasgos deverão ter a largura necessária para o assentamento e manuseio das tubulações.
Na parede onde será embutida a tubulação vertical, descrita no item 4.4.2.1, deverá ser realizado rasgo e chumbamento da tubulação.
Rasgos em contrapisos .................................................................. 14,00 m
Rasgos em parede .......................................................................... 3,00 m
Para a instalação das tubulações descritas no item 4.2.2.3, deverão ser removidos pisos e demolidos contrapisos, conforme descrito no item 4.3.
Em seguida, na área onde haverá perfuração de viga, conforme descrito no Item 4.4.2.6, deve ser escavado até uma profundidade de, no mínimo 60 centímetros. O solo removido nessa escavação deverá ser armazenado, para posterior reaterro e apiloamento.
Nos rasgos deverá ser executada escavação até profundidade suficiente para assentamento das tubulações.
Escavação a realizar ......................................................................... 1,16 m³
Será executada uma rede de alimentação de água fria para os laboratórios, derivada da rede existente. O ramal horizontal horizontais terá diâmetro nominal 32 mm e suas derivações horizontais e verticais terão diâmetro 25 mm.
A tubulação horizontal será de PVC, soldável para água fria, passará sobre o forro e deverá ser fixada à laje com pendurais. A tubulação vertical será externa, fixada à parede com abraçadeiras de aço.
Para os pontos de consumo, serão utilizados joelhos de redução 25mm X 1/2", em PVC soldável, com bucha de latão do lado menor.
Tubulação horizontal, PVC soldável DN 32 mm, sobre forro ...................... 16,00 m
Tubulação horizontal, PVC soldável DN 25 mm, sobre forro ....................... 5,00 m
Tubulação vertical, PVC soldável DN 25 mm, embutida em parede............... 3,00 m
Tê, PVC soLdável DN 32 mm ................................................................. 1 unidade
Luva de redução, PVC soldável DN 32 mm para DN 25 mm ........................ 1 unidade
Joelho 90 graus, PVC DN 32 mm ............................................................ 1 unidade
Joelho 90 graus, PVC DN 25 mm ............................................................ 1 unidade
Joelho de redução 25mm X 1/2", em PVC soldável, com bucha de latão ....... 1 unidade
Para instalar no laboratório 104 B, deverá, inicialmente, ser realizado um furo na parede e, conforme mostrado em projeto, dentro deste furo será instalado um tubo de esgoto, série normal, com vedação. Deste, sairá um joelho 90 graus e, deste joelho, uma tubulação fixada na parede com abraçadeira. Esta, deverá ter inclinação de 2% e encontrar outro joelho de 90%, também fixado à parede, com uso de abraçadeiras rígidas, tipo U, a cada um metro. Deste joelho, haverá uma descida vertical, também DN 40 mm, até outro joelho 90° enterrado.
Para que o furo da viga, descrito no item 4.4.2.6 possa ser perpendicular à mesma, serão necessários joelhos 45 graus, DN 40 mm, conforme detalhado em projeto.
Todas as conexões devem ser dotadas de anéis de vedação em borracha. Fica veado o uso de detergente, vaselina ou quaisquer outros lubrificantes nas conexões de esgoto.
Para a instalação do condutor corrugado deve ser instalado outro joelho 90°.
Haverão trechos onde a tubulação de esgoto será enterrada sob contrapiso, para tal, deve ser removido o piso, demolido o contrapiso e realizada as escavações. Nestes trechos, serão utilizadas tubulações para esgoto de PCV, série normal, DN 40 mm e DN 50 mm, conforme mostrado em projeto.
Parte da tubulação DN 50 mm terá inclinação de 8,33%, acompanhando a rampa existente. As demais tubulações deverão ter inclinação mínima de 2%.
Tubulação, PVC série normal DN 40 mm, fixada em parede com abraçadeira rígida a cada um metro ......................................................................................... 4,00 m
Joelho 90 graus, PVC série normal DN 40 mm ........................................ 3 unidades
Joelho 45 graus, PVC série normal DN 40 mm ........................................ 3 unidades
Tubulação horizontal, PVC série normal DN 50 mm, inclinação de 8,33% .......... 9,00 m
Tubulação horizontal, PVC série normal DN 50 mm, inclinação de 2% .............. 5,00 m
Conforme indicado no projeto, haverá uma caixa de gordura afogada, construída em alvenaria de tijolos maciços, com dimensões internas de 0,40x0,40 m e profundidade de 0,60 m.
Esta caixa terá tampa de concreto, removível.
Internamente a caixa receberá chapisco e reboco com aditivo impermeabilizante.
No projeto hidrossanitário há um detalhamento esquemático desta caixa de gordura.
Conforme indicado no projeto, haverá uma caixa de inspeção, construída em alvenaria de tijolos maciços, com dimensões internas de 0,40x0,40 m e profundidade de 0,6 m.
Esta caixa terá tampa de concreto, removível.
Internamente a caixa receberá chapisco e reboco com aditivo impermeabilizante.
Para passagem de tubulação de esgoto da parte interna do prédio até a parte externa, a tubulação enterrada de PVC, série normal, DN 40 mm, passará por uma viga, denominada, no projeto estrutural do prédio, de viga VF3. Esta viga deverá ser perfurada, cuidadosamente.
Conforme recomendação do projetista estrutural, este furo deverá ser tomado cuidado para não seccionar o estribo (17 cm entre estribos) e armadura de pele (20 cm entre armaduras), e também evitar a execução de furo em região próxima dos apoios (distância mínima de 1,20 m), e próximo das armaduras longitudinais inferior e superior (distância mínima de 15 cm).
No projeto hidrossanitário consta detalhamento da perfuração da viga.
Não há demolições de forro previstas.
Entretanto, há previsão de abertura de alçapão no laboratório de larvas, da sala 104B, para possibilitar a passagem de tubulação de água fria, como descrito no item 4.4.2.1.
Estima-se que serão necessários 10 alçapões de 60x60 cm. Estes deverão ser fechados após a execução do serviço. Após esse fechamento, deverá ser realizado acabamento com massa corrida e pintura.
Nos locais indicados em projeto, deve ser executado forro de gesso acartonado, utilizando a estrutura existente e, se necessário, construindo estruturas novas. As estruturas novas, se existentes, devem ser executadas em perfis de aço em guias simples e pendurais de arame galvanizado nº 18, com perna dupla prumada, com proteção em PVC.
As placas STBR 12,5 de 600 x 2.000 mm devem ser dispostas com as emendas de topo defasadas (amarração tipo tijolinho). As nervuras de gesso devem ser cortadas de placas STBR 12,5, com 50 x 600 mm, e coladas com Massa Map® (ou gesso lento e sisal), sempre ao lado das junções “H”, com suas emendas no eixo das placas. O tratamento de juntas deve ser realizado com Placomassa (ou Placojoint PR2) e fita de papel microperfurada. Todo o perímetro do forro (encontro placa-parede) deve ser colado com massa Map (ou chumbado com gesso e sisal), com pontos a cada 500 mm.
Forro de gesso acartonado a instalar ................................................. 2,13 m²
Nos encontros entre forro e parede, devem ser executadas tabicas (rodaforro negativo), em modelo similar ao existente no entorno. A fixação deve ser feita com espaçamento de 50 cm, ajustando, posteriormente, a junção H nas bordas das chapas. Tabica lisa em perfil de aço galvanizado com acabamento zincado. Espessura: 0,5 mm c. Dimensões: 40 x 40 x 3000 mm. Fixação: parafusos cabeça chata 4,5 x 35 mm c/ bucha de nylon S8. Cantoneira CR2 ou tabica metálica similar. Acabamento com massa corrida e pintura PVA na cor branco fosco.
Rodaforro (tabica lisa) a instalar .................................................... 21,73 m²
Deverão ser removidas e, posteriormente, instaladas, as luminárias existentes nas salas 100A e 100B.
Remoção de luminárias, com aproveitamento ................................... 2 unidades
Deverão ser removidos cuidadosamente e entregues à fiscalização os interruptores e tomadas existentes nas salas 100A e 100B. Estes materiais não serão reaproveitados na própria obra.
Remoção de interruptores, sem aproveitamento ........................... 2 unidades
Remoção de tomadas, sem aproveitamento ................................. 6 unidades
As luminárias removidas, conforme descrito no Item 4.6.1.1, devem ser instaladas na sala 100A, conforme locação em projeto. Essas luminárias terão seu acionamento no interruptor ao lado porta de entrada da sala.
Na sala 100B deverá ser instalada uma luminária de igual padrão, acionada pelo interruptor ao lado da porta de entrada da sala.
Descrição luminária: Luminária Comercial Aletada de sobrepor para lâmpada LED T5, 4 lâmpadas de 60cm (4x 10W).
Instalação de luminárias existentes ............................................. 2 unidades
Instalação de luminária nova ...................................................... 1 unidade
Serão instalados interruptores simples de embutir, com placa inteiriça e tecla em termoplástico branco. A capacidade de corrente dos interruptores deve ser igual ou superior a 20A e a capacidade de tensão deve ser igual ou superior a 250V.
Fica vetado o uso de interruptores que, após instalados, fiquem com parafusos aparentes.
Interruptor simples, com placa inteiriça ....................................... 2 unidades
Nas salas 100 A e 100B serão instaladas tomadas de embutir, quando em paredes novas (conforme projeto e descrição do item 4.2.1 do presente documento) e tomadas de sobrepor, quando em paredes existentes, para estas deverão ser utilizados caixas de passagem para instalações elétricas (conduletes) em PVC.
Deverão ser utilizadas tomadas com dois módulos em todas as tomadas de uso geral, tanto em 127V (FN), quanto em 220V. As tomadas de com tensão 220V (FF) deverão ser identificadas e ter o módulo na cor vermelha; esta especificação é válica apenas para as instalações de ar condicionado split, descrito no item 4.7.2.1.
As tomadas de uso específico do tipo 2P + T terão tensão 220V (FF), conforme indicado em projeto.
Após a conclusão das instalações, serão instaladas três tomadas steck (trifásicas, 3P + N + T), que deverão ser instaladas em local indicado. Essas tomadas devem ter capacidade de corrente nominal de 63A, para a estação de tratamento de lixo plástico (M11) e 32A, para o moinho de facas (M10). Entretanto, a CONTRATADA da presente dispensa de licitação deverá instalar apenas os pontos de espera para as tomadas, que serão incluídas nos equipamentos.
Todas as tomadas devem ser dotadas de placa e espelho em termoplástico branco, sem parafusos aparentes.
Todas as tomadas devem possuir capacidade de corrente de 20A e capacidade de tensão de 220V, mesmo quando instaladas em 127V.
Todas as tomadas devem ter, por escrito, a indicação da tensão (127V ou 220V). Os módulos das tomadas 127V devem ser de cor branca ou cinza. Os módulos das tomadas com tensão 220V devem ser de cor vermelha.
Ponto de espera para tomada 3P + N + T ................................... 3 unidades
Tomada alta, sobrepor, 20A, 220V (1 módulo - vermelho) ............. 2 unidades
Tomada média, sobrepor, 20A, 220V (2 módulos - vermelhos) ....... 8 unidades
Tomada média, embutir, 20A, 220V (2 módulos - vermelhos) ......... 4 unidades
Tomada média, sobrepor, 20A, 127V (2 módulos - brancos) ........... 2 unidades
Tomada média, embutir, 20A, 127V (2 módulos - brancos) ............. 2 unidades
Na sala 104B há duas tomadas a serem realocadas, conforme localização em projeto. Estas tomadas estão instaladas em canaleta de alumínio com divisória e tampa. O excedente dessa iluminação deve ser removida e entregue a fiscalização.
Realocação de tomadas (um ou dois módulos) .............................. 2 unidades
Na descida do alimentador do gerador, onde há eletroduto aparente, serão utilizadas canaletas de alumínio 73 X 25 mm, com duas divisórias internas e pintura na cor branca. Marca de referência: dutotec.
A tampa da canaleta deve ser canaletada, seguindo o padrão das demais instalações do prédio. Estas canaletas devem ser fixadas em parede com parafuso zincado e bucha adequada ao tipo de parede, tendo a distância máxima entre parafusos de 40 centímetros.
As canaletas serão instaladas de forma que os isente de esforços mecânicos incompatíveis com sua resistência, com a do isolamento do condutor ou a do revestimento. Nas deflexões serão curvados segundo raios iguais ou maiores do que os mínimos admitidos para seu tipo.
As canaletas serão cortadas à serra e as bordas aparadas com lixa para remover rebarbas. As curvas e tampas da tubulação devem ser compatíveis com as canaletas e acabamento de mesmo padrão.
As canaletas metálicas devem ser aterradas no cabo de proteção mais próximo.
Canaleta de alumínio, branca, com divisórias, 73 X 25 mm ............ 2 m
Tampa canaletada para canaleta de alumínio, branca, 73 mm ........ 2 m
Nas instalações com canaleta aparente, excetuando-se o descrito no item 4.6.2.5, serão utilizadas canaletas de pvc (Sistema X), com divisória interna e tampa lisa, 50x25mm, colada em parede.
As canaletas serão instaladas de forma que os isente de esforços mecânicos incompatíveis com sua resistência, com a do isolamento do condutor ou a do revestimento. Nas deflexões serão curvados segundo raios iguais ou maiores do que os mínimos admitidos para seu tipo.
As canaletas serão cortadas à serra e as bordas aparadas com lixa para remover rebarbas. As curvas e tampas da tubulação devem ser compatíveis com as canaletas e acabamento de mesmo padrão.
Canaleta PVC, com divisória e tampa lisa, 50 X 25 mm ........................ 15 m
Serão distribuídos eletrodutos de PVC, flexíveis, corrugados reforçados, nas localizações e diâmetros indicados em projeto. Estes eletrodutos também serão utilizados para as instalações de lógica, conforme descrito no item 4.7.
Os eletrodutos serão instalados de forma que os isente de esforços mecânicos incompatíveis com sua resistência, com a do isolamento do condutor ou a do revestimento. Nas deflexões serão curvados segundo raios iguais ou maiores do que os mínimos admitidos para seu tipo.
Os eletrodutos serão cortados à serra e as bordas aparadas com lixa para remover rebarbas. Os eletrodutos só devem ser cortados perpendicularmente ao seu eixo. Deve ser retirada toda a rebarba suscetível de danificar a isolação dos condutores.
A taxa máxima de ocupação dos cabos e fios dentro dos eletrodutos obedecerá ao disposto nas normas (máx. 40%).
A interligação entre os eletrodutos será feita por meio de luvas e as ligações dos mesmos com as caixas serão através de buchas e arruelas galvanizadas.
As luvas deverão possuir as mesmas características dos eletrodutos.
Eletroduto DN 20 mm (3/4"), embutido em parede de gesso ......... 18 m
Eletroduto DN 20 mm (3/4"), sobre forro .................................... 38 m
Eletroduto DN 25 mm (1"), sobre forro ....................................... 86 m
Os condutores dos alimentadores e dos circuitos terminais deverão ser cabos flexíveis, de cobre, bitola mínima de 2,5 mm² coloridos e possuírem gravadas em toda sua extensão as especificações de nome do fabricante, bitola, isolação, temperatura e certificado do INMETRO.
Os condutores dos circuitos terminais deverão possuir isolamento PVC 450/750V 70°C, antichama, em bitola indicada em planta.
Os condutores alimentador do CD deverão possuir isolamento HEPR, EPR ou XLPE 0,6/1kV 90°C, antichama, em bitola indicada em planta.
Deverão ser utilizadas as seguintes cores para os condutores:
• azul-claro para o condutor neutro;
• verde para o condutor proteção;
• preto, vermelho e branco para os condutores fase.
Caboz com bitola igual ou inferior a 6 mm² devem, obrigatoriamente, ser coloridos. Cabos com bitola superior a 6 mm² devem ser coloridos ou, alternativamente, podem ser identificados por fita colorida ou anilhas, respeitando a distância máxima de 3 metros entre identificação.
Não serão permitidas emendas nos condutores dos circuitos terminais, exceto emendas e derivações no interior das caixas de passagens, no qual os condutores deverão ter seu isolamento reconstituído com fita isolante e auto fusão.
Cabo de cobre, flexível, 2,5 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor vermelha branca ou preta ............................................................... 98 m
Cabo de cobre, flexível, 2,5 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor azul-clara ..................................................................................... 42 m
Cabo de cobre, flexível, 2,5 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor verde ................................................................................................... 70 m
Cabo de cobre, flexível, 4,0 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor vermelha branca ou preta ............................................................. 170 m
Cabo de cobre, flexível, 4,0 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor azul-clara ..................................................................................... 31 m
Cabo de cobre, flexível, 4,0 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor verde ................................................................................................... 72 m
Cabo de cobre, flexível, 6,0 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor vermelha branca ou preta ............................................................. 60 m
Cabo de cobre, flexível, 6,0 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor azul-clara ..................................................................................... 20 m
Cabo de cobre, flexível, 6,0 mm², isolamento PVC 450/750V 70°C antichama, cor verde ................................................................................................... 20 m
Cabo de cobre, flexível, 25,0 mm², isolamento HEPR, EPR ou XLPE 06/1kV 90°C, cor preta, identificado por fitas coloridas .............................................. 180 m
A proteção de todos os circuitos terminais será feita através de disjuntores termomagnéticos, conforme NBR IEC 60898 e certificados pelo INMETRO, com fixação em trilhos DIN. Os disjuntores deverão possuir as seguintes especificações:
● Disjuntores dos circuitos terminais possuirão corrente de interrupção simétrica mínima (Icc=3kA mínima) na tensão de funcionamento. A corrente nominal e o número de pólos de cada um destes disjuntores está especificada no projeto;
● O disjuntor geral do quadro de gerador a ser instalado (item 4.6.2.9), possuirá corrente de interrupção simétrica mínima (Icc=6kA mínima) na tensão de funcionamento. Este disjuntor termomagnético, com corrente nominal de 63A, deverá possuir proteção contra fugas de corrente (DDR) associado, com sensibilidade de 30mA, de acordo com o previsto no item 5.1.3.2 da NBR 5410:2004;
● O disjuntor geral conectado ao shaft elétrico possuirá corrente de interrupção simétrica mínima (Icc=5kA mínima) na tensão de funcionamento. A corrente nominal deste disjuntor é de 70 A.
Deverão ser utilizados disjuntores termomagnéticos da marca Siemens ou de qualidade superior.
Todos os disjuntores deverão ser Curva C.
Os dispositivos de proteção contra surtos elétricos (DPS) deverão ser de 175V e 20kA, e serão instalados nas 3 fases e no neutro do quadro de cargas do gerador. Deverão ser utilizados DPS da marca Clamper ou de qualidade superior.
Na conexão entre condutores (descritos no item 1.6.2.7) e disjuntores ou DPS, deverão ser instalados terminais a compressão de cobre estanhado, compatível com a bitola dos cabos e os parafusos de fixação nos polos dos dispositivos de proteção.
Disjuntor DIN, curva C, monopolar, corrente nominal de 20A ......... 1 unidade
Disjuntor DIN, curva C, monopolar, corrente nominal de 25A ......... 1 unidade
Disjuntor DIN, curva C, bipolar, corrente nominal de 16A .............. 5 unidades
Disjuntor DIN, curva C, bipolar, corrente nominal de 20A .............. 1 unidade
Disjuntor DIN, curva C, bipolar, corrente nominal de 25A .............. 1 unidades
Disjuntor DIN, curva C, tripolar, corrente nominal de 20A .............. 1 unidade
Disjuntor DIN, curva C, tripolar, corrente nominal de 25A .............. 1 unidade
Disjuntor DIN, curva C, tripolar, corrente nominal de 70A .............. 1 unidade
Disjuntor DIN, curva C, tetripolar, corrente nominal de 63A, com proteção DDR 30 mA .................................................................................................... 1 unidade
Dispositivo de proteção contra surtos (DPS), 175V, 20kA ............... 4 unidades
Serão realizadas alterações no quadro geral de baixa tensão existente em frente a sala 100C, onde serão instalados novos circuitos terminais no barramento existente. Estes circuitos devem ser instalados nas fases indicadas no projeto.
Além do quadro existente, será instalado um quadro de cargas novo para os circuitos alimentados pelo gerador. As características deste quadro são:
● QG- quadro de distribuição de energia, de sobrepor, em chapa metálica, 12 disjuntores monopolares, trilho DIN, com barramento de cobre isolado para 150A nas três fases e barramento de neutro e terra. Deverão possuir trilhos auxiliares para instalação de dispositivos DPS e dispositivos IDR. Será alimentado pelo quadro existente no shaft elétrico.
Todos os barramentos de cobre dos quadros deverão ser protegidos por tubos termo retrátil ou pintura nas cores dos condutores fase.
Nas tampas dos quadros, novo e existente, na parte interna, deverá ser fixada a cópia do quadro de cargas para posterior visualização e identificação dos circuitos do respectivo quadro elétrico.
Os cabos dos circuitos terminais deverão ser identificados por anilhas e com instalação de conectores.
A verificação final das instalações elétricas deverá seguir a NBR 5410, capítulo 7, com realização de inspeções e ensaios. Deverão ser executados os seguintes itens:
● Inspeção visual, incluindo:
○ medidas de proteção contra choques elétricos;
○ medidas de proteção contra efeitos térmicos;
○ seleção das linhas elétricas;
○ ajuste e localização dos dispositivos de proteção;
○ localização dispositivos de seccionamento e comando;
○ identificação dos componentes;
○ execução das conexões;
○ acessibilidade.
● Ensaios, incluindo:
○ continuidade dos condutores de proteção e das ligações equipotenciais;
○ resistência de isolamento da instalação elétrica de funcionamento para quadros e dispositivos.
● Nas curvas, desvios e mudanças de nível será utilizado eletroduto corrugado com alma de aço, onde for conveniente e indicado em projeto.
● Nas conexões de eletrodutos e/ou curvas com as caixas em geral (exceto conduletes) deverão ser colocadas abraçadeiras, luvas, box reto, saída laterais para eletrodutos, buchas e arruelas, conforme indicado no projeto.
● Deverão ser atentados cuidadosamente todos os itens colocados na observação da legenda das plantas, notas e no presente memorial.
● Qualquer detalhe omisso no projeto ou mesmo neste memorial será executado de acordo com a norma NBR 5410 da ABNT, RIC-BT CEEE e NR-10. Caso isto não seja suficiente, a empresa deverá marcar um dia específico para dirimir suas dúvidas junto à fiscalização.
● Deverá ser entregue após o término dos serviços os respectivos As-built’s, a qual deverá contemplar todas as alterações executadas e demais informações que se façam necessárias, o mesmo deverá estar em formato dwg e seguir o padrão dos projetos fornecidos.
Não há previsão de remoção de nenhuma instalação de lógica e telefonia.
Serão instalados dois pontos de lógica, conforme mostrado no projeto. Estes pontos deverão derivar do hack existente no shaft (sala 101), nos pontos indicados pela FISCALIZAÇÃO.
O cabeamento deve passar por cima do forro e, nas descidas, embutido em parede, dentro de eletroduto PVC, flexível, corrugado DN 25 mm, já descrito no item 4.6.6.
Para a instalação, deve ser utilizado cabo RJ-45, categoria 6 ou superior e tomadas RJ-45 de categoria 6 ou superior.
Cabo RJ-45, par truncado UTP, 4 parede, cat 6 ........................... 35 metros
Tomada fêmea RJ-45, embutida em parede, cat 6 ........................ 2 unidades
Conector macho RJ-45, cat 6 ..................................................... 4 unidades
Não há previsão de remoção de nenhuma instalação referente à climatização.
O sistema de ar condicionado será do tipo Split System.
A instalação dos sistemas de ar condicionado serão de responsabilidade da UFCSPA. Entretanto, a CONTRATADA deve tomar cuidado com as instalações existentes. No local da obra há tubulações para dreno e passagem de infraestrutura para linha frigorígena. Estas devem ser mantidas e estar em plenas condições de funcionamento após a obra.
A UFCSPA conta com sistema de insuflamento de ar conjugado às salas 100C e 100D, com caixa de ventilação e grelha. As salas salas 100A e 100 B serão conectadas ao sistema existente.
A tubulação do sistema de insuflamento de ar, será suspensa sobre forro, atirantada diretamente na laje superior, duto de aluminio semi flexivel, com diâmetro nominal de 150 mm (6”).
A conexão entre os dutos da sala 100A e 100B com a tubulação existente deve ser realizada com conexão Y, 45°, de aço galvanizado, DN 150 mm (6”).
Na ponta do duto, para a parede externa deve ser instalados difusores de ar com diâmetro nominal de 150 mm.
O acionamento da exaustão será nos interruptores de cada sala. Os interruptores estão descritos no item 4.6.2.2, junto a iluminação.
Duto semi flexível de aluminio, DN 150 mm (6”) ............................... 2 metros
Conexão Y, aço galvanizado DN 150 mm (6”) ................................... 2 unidades
Difusor de ar, embutido em forro, diâmetro nominal de 150 mm ......... 2 unidades
Para a exaustão, serão instalados, no forro, dois microventiladores exaustores, com diâmetro nominal de 12,50 cm e vazão de 160 m³/h para a sala 100A e diâmetro nominal de 10,00 cm e vazão de 95 m³/h para a sala 100B. Para unificação de projeto, serão instalados dois microventiladores exaustores, com diâmetro nominal de 12,50 cm e vazão de 160 m³/h.
Linha de referência para os exaustores: Sicflux Mega Pro. Modelo 16. Admitem-se equipamentos de outros fabricantes, desde que comprovada a qualidade igual ou superior.
Exaustor 10 cm, 160 m³/h ............................................................. 2 unidades
A tubulação do sistema de exaustão, suspensa sobre forro, atirantada diretamente na laje superior, duto de aluminio semi flexivel, com diâmetro nominal de 125 mm (5”).
A conexão entre os dutos da sala 100A e 100B deve ser realizada com conexão Y, 45°, de aço galvanizado, DN 125 mm (5”).
Na ponta do duto, para a parede externa deve ser instalada uma grelha circular de alumínio, com aletas horizontais, diâmetro nominal de 125 mm.
O acionamento da exaustão será nos interruptores de cada sala. Os interruptores estão descritos no item 4.6.2.2, junto a iluminação.
Duto semi flexível de aluminio, DN 125 mm (5”) ............................... 8 metros
Conexão Y, aço galvanizado DN 125 mm (5”) .................................... 1 unidade
Grelha circular de alumínio, aletas horizontais, DN 125 mm ................ 1 unidade
Não há previsão de remoção de nenhuma esquadria.
Serão instaladas duas portas de abrir, semi ocas, pesadas, com espessura de 3,5 cm e dimensões de 0,90x2,10 m, em HDF, com marcos em HDF ou madeira de alto padrão e vistas, com largura de 7 cm, em HDF ou madeira de alto padrão. O material da portas portas deverá ser adequado ao recebimento de fundo e pintura.
Estas portas deverão ter, em sua face, visores de vidro liso incolor, espessura de 4mm, nas dimensões 0,20x0,90 m. Estes vidros serão instalados em quadro próprio para esta instalação, também em HDF ou madeira de alto padrão.
Porta semi oca, pesada, em HDF, 0,90x2,10 m .............................. 2 unidades
Vidro liso, incolor, 4 mm ............................................................. 0,36. m²
Não há previsão de remoção de pinturas.
As áreas com revestimentos (massa única) novo ou restaurado (rasgo para chumbamento de tubulação) ou que tiveram o revestimento removido (conforme descrito no item 4.1.1.2) deverão receber aplicação de massa corrida PVA, com lixamento de superfície. Serão aplicadas, no mínimo, duas demãos de massa corrida.
Após a aplicação e lixamento da segunda demão de massa corrida, deverá ser aplicado fundo preparador acrílico, também em duas demãos.
Posteriormente ao fundo preparador acrílico, deverá ser aplicada tinta acrílica premium, acabamento semi-brilho, no mínimo duas demãos. A pintura deverá ser branca, em tonalidade similar a pintura existente nas salas 100C e 100D, bem como o corredor do pavimento térreo do prédio.
Deverão ser utilizados materiais da linha Suvinil Acrílico Premium, ou de qualidade superior.
Preparação, diluição (se aplicável), aplicação e armazenamento da massa corrida PVA, do fundo selador acrílico e da tinta acrílica devem ser realizadas seguindo todas as recomendações do fabricante.
Aplicação de fundo massa corrida PVA em parede ............................... 88,59 m²
Aplicação de fundo selador acrílico em parede .................................... 88,59 m²
Aplicação de pintura acrílica em parede ........................................... 138,84 m²
Os pontos de corte e reparo, no forro, deverão receber aplicação de massa corrida PVA, com lixamento de superfície. Serão aplicadas, no mínimo duas demãos de massa corrida.
Após a aplicação e lixamento da segunda demão de massa corrida, deverá ser aplicado fundo preparador acrílico, também em duas demãos.
Posteriormente ao fundo preparador acrílico, deverá ser aplicada tinta acrílica premium, acabamento semi-brilho, no mínimo duas demãos. A pintura deverá ser branca, em tonalidade similar a pintura existente nas salas 100C e 100D, bem como o corredor do pavimento térreo do prédio.
Deverão ser utilizados materiais da linha Suvinil Acrílico Premium, ou de qualidade superior.
Preparação, diluição (se aplicável), aplicação e armazenamento da massa corrida PVA, do fundo selador acrílico e da tinta acrílica devem ser realizadas seguindo todas as recomendações do fabricante.
Aplicação de fundo massa corrida PVA em teto .................................. 5,73 m²
Aplicação de fundo selador acrílico em teto ....................................... 5,73 m²
Aplicação de pintura acrílica em teto .............................................. 32,08 m²
Na base do compressor, descrita no item 4.2, e na face superior da mureta existente na Sala 100A deverá ser aplicado fundo selador acrilico, no mínimo duas demãos; e tinta acrílica premium, para piso, acabamento semi-brilho, também no mínimo duas demãos. A pintura deverá ser branca, em tonalidade similar a pintura existente nas paredes das salas 100C e 100D.
Deverão ser utilizados materiais da linha Tinta para Piso Suvinil Acrílico Premium, ou de qualidade superior.
Preparação, diluição (se aplicável), aplicação e armazenamento do fundo selador acrílico e da tinta acrílica devem ser realizadas seguindo todas as recomendações do fabricante.
Aplicação de fundo selador acrílico em piso ....................................... 1,53 m²
Aplicação de pintura acrílica em piso ................................................ 1,53 m²
Não há previsão de remoção de mobiliários.
A organização do leiaute das salas anteriores à execução da obra será realizada pela UFCSPA.
Conforme projeto, serão fornecidos e instalados mobiliários sob medida. As mobílias M05 (pia), M15 (bancada - duas unidades) e M22 (bancada fixa) serão construídas em estrutura tubular metálica (metalon), com tampos de granito branco siena ou de similar, previamente aprovada pela fiscalização. A mobília M14 (prateleira) será construída em PDF laminado branco.
A pia M05 deverá ser instalada no laboratório de larvas, sala 104B, adaptando-se as medidas desta sala, inclusive para a instalação de rede de esgoto para pia, como descrito no item 4.4.2.2.
A mobília M14 deverá ser montada na obra e fixada na parede Oeste da sala 100A.
As mobílias M15 deverão ser entregues prontas na sala 100A.
A mobília M22 deverá ter suas dimensões adaptadas a mureta existente e ser instalada (fixada) no local indicado na sala 100A.
A estrutura metálica das mobílias M05, M15 e M22 será executada em metalon de seção quadrada, com lado de 60 mm. Os metalons devem ser compostos por chapa de aço de espessura mínima 2 mm, dobrada a quente.
Tubo metalon, 60x60 mm - M05 ....................................................... 9,72 m²
Tubo metalon, 60x60 mm - M15 (2x) ................................................ 9,72 m²
Tubo metalon, 60x60 mm - M22 ..................................................... 10,22 m²
Nos encontros entre as estruturas metálicas, das mobílias M05, M15 e M22, descritas no item 4.10.1, deverão ser executados cordões de solda, de largura mínima de 1/4", utilizando eletrodo E7018. Estas soldas devem preencher todo o perímetro do metalon fixado.
Solda eletrodo E7018, 1/4" - M05 .................................................... 3,84 m²
Solda eletrodo E7018, 1/4" - M15 (2x) ............................................. 2,88 m²
Solda eletrodo E7018, 1/4" - M22 .................................................... 4,80 m²
As estruturas metálicas das mobílias M05, M15 e M22, descritas no item 4.10.1 devem receber pelo menos uma demão de pintura alquídica de fundo, tipo zarcão, pulverizada. Esta aplicação deve ocorrer fora da obra.
Após a aplicação da pintura alquídica, toda a estrutura deve ser lixada e receber no mínimo duas demãos de pintura epoxídica de acabamento, pulverizada. Esta aplicação deve ocorrer fora da obra.
Fica vetada a execução de pintura alquídica e epoxídica no local da obra.
A pintura das mobílias deve ser em cor cinza, compatível com as mobílias de estrutura metálica existentes na Sala 104B.
Preparação, diluição (se aplicável), aplicação e armazenamento do fundo selador alquídico (zarcão) e da tinta epoxídica devem ser realizadas seguindo todas as recomendações do fabricante.
Aplicação de fundo zarcão e pintura epoxídica - M05 .......................... 2,33 m²
Aplicação de fundo zarcão e pintura epoxídica - M15 (2x) ................... 2,18 m²
Aplicação de fundo zarcão e pintura epoxídica - M22 .......................... 2,45 m²
A mobília M05 terá dois tampos de granito polido, um superior (bancada molhada), com furo para cuba e um inferior (bancada seca), encaixado nos pés da estrutura. O tampo superior da mobília M05 a ser utilizado está em posse da UFCSPA, devendo apenas ser reformado para se adequar às dimensões do projeto.
As guarnições devem ser refeitas, utilizando-se também do granito existente.
As mobílias M15 e M22 terão tampos superiores (bancadas secas), em granito polido, em cor branco siena ou similar, previamente aprovado pela fiscalização. Os tampos de granito deverão ter espessura mínima de 3 cm.
Os tampos serão fixados na estrutura com adesivo estrutural epóxi pastoso, Sikadur ou de qualidade superior.
Corte em tampo superior - M05 ...................................................... 2,80 m
Tampo inferior - M05 (1,10x0,70 m) ................................................ 0,77 m²
Tampo superior - M15 (1,05x0,80 m - x2) ........................................ 0,84 m²
Tampo superior - M22 (1,20x0,70 m) ............................................... 0,84 m²
Na mobília M05 será incluída uma cuba de inox, nas dimensões 40x40x40 cm. Esta cuba está em posse da UFCSPA e deve ser solicitada à fiscalização.
Na mobília M05 será incluído, também, uma torneira de mesa metálica cromada, bica alta, dotada de arejador.
A mobília M14 será composta por painéis de MDF, com espessura de 18 mm. As duas faces devem possuir acabamento laminado, branco liso. As chapas devem ser cortadas a laser ou outra técnica com mesmo padrão de acabamento e montada no local. Fica vetado o corte de peças de MDF na obra.
Painel fundo, 814x1164 mm - M14, ................................................ 0,95 m²
Painel lateral esquerdo, 400x1200 mm - M14 .................................. 0,48 m²
Painel lateral direito, 400x1200 mm - M14 ...................................... 0,48 m²
Painel inferior, 814x400 mm - M14 ................................................. 0,32 m²
Painel superior, 814x400 mm - M14, ............................................... 0,32 m²
Painéis centro (prateleiras), 814x382 mm - M14, x2 ......................... 0,31 m²
A mobília M14 será montada com o uso de cantoneiras zincadas, 30x30 mm, fixadas com parafusos de rosca soberba, de cabeça chata e fenda phillips, 3,5x20 mm. Serão utilizadas duas cantoneiras a cada encontro de chapas de mdf.
Para que a mobília M14 fique melhor apoiada, serão utilizadas duas mão francesas de aço, abas iguais (30cm), fixadas na parede com bucha para alvenaria e parafusos parafusos phillips, de cabeça chata, 6,0x65 mm. A capacidade mínima dos suportes deve ser de 30kg cada.
A mobília M22 deverá ser fixada com parabolts fixados ao chão, utilizando-se de buchas de nylon S12, sem aba, no piso e parafusos de rosca soberba, cabeça sextavada, fixado com porcas autotravantes.
Cantoneira zincada 30x30 mm - M14 ............................................ 44 unidades
Mão francesa de abas iguais 30x30 cm - M14 .................................. 2 unidades
Bucha e parafuso de fixação - M22 ................................................ 5 unidades
As mobílias M05, M15 e M22 devem ter em sua base pés emborrachados.
O prazo de execução previsto para esta obra é de 60 dias.
Maiores esclarecimentos sobre os projetos consultar a Coordenação de Engenharia da UFCSPA através do telefone (51) 3303-8860 ou através do e-mail engenharia@ufcspa.edu.br.
Porto Alegre, 29 de novembro de 2023.
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Engª. Civil Cristiane B. Cunha CREA RS206924 Coordenação de Engenharia da UFCSPA |
Eng. Civil. Miguel Pereira Grandini CREA RS248220 Coordenação de Engenharia da UFCSPA |
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Eng. Eletric. Guilherme S. Rodrigues CREA RS236102 Bolsista de Apoio Técnico Coordenação de Engenharia da UFCSPA |
Arq. Pablo Vassilagas Barreiro CAU A7.9177-6 Bolsista de Apoio Técnico Coordenação de Engenharia da UFCSPA |
| | Documento assinado eletronicamente por Cristiane Bolina da Cunha, Coordenadora de Engenharia, em 30/01/2024, às 16:18, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | Documento assinado eletronicamente por Miguel Pereira Grandini, Engenheiro-Area, em 30/01/2024, às 16:19, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://sei.ufcspa.edu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 1823671 e o código CRC 5D81B8B0. |